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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Na madrugada suja do frio inverno, revejo o meu reflexo em espelhos quebradiços - uma mulher com uma alma sombria, um coração combatido por ímpetos subitâneos e com inexplicáveis paralisias de vontade. Recordo, outrora, dos violentos amores sentidos em que não admitia estorvos e que não consentia contradições, a ponto de abdicar-me em prole da felicidade de outros. Se este amor, sentido numa hora de perfeição inefável e sagrada, pudesse durar uma eternidade o meu mundo não se teria tornado num enorme pântano profundo.
Mas, até o amor nos mente...! 

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Numa tarde de Junho, ele apareceu assim de repente, sem aviso. Ficaram presos, um ao outro, através do sussurro de um olhar sem limites, ela com os seus olhos ingénuos e ele com a sensibilidade terna. As variedades do instinto e a explosão frenética do temperamento, conduziram ao nome genérico de amor. Amaram, no mesmo instante, todas as imperfeições e perfeições das suas índoles, toda a pintura íntima de cada um - duas almas que se juntaram perpétuamente. 
Ele pegou nela, e toco-a suavemente na face, com as suas mãos morenas e delicadas, segredando-lhe juras de amor. Partilharam a boca adoçada dos beijos roubados e sentiram a mistura de fragrâncias mista de ambos, de serem um só
Para ela, ele tornou-se  o grande consolador das suas agonias e tornou-se ainda no sentimento que mais de perto, a faz compreender, o sonho ambicioso de uma felicidade infinita. 



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